//www.tempusactas.unb.br/index.php/tempus/issue/feed Tempus – Actas de Saúde Coletiva 2022-10-06T17:12:19+00:00 Profa. Dra. Elmira Simeão elmirasimeao@gmail.com Open Journal Systems <p><strong>Tempus – Actas de Saúde Coletiva</strong></p> <p><strong>ISSN 1982-8829</strong></p> //www.tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/view/3076 Trabalhos com grupos 2022-10-06T17:12:19+00:00 Narayane Rodrigues Moreira narayane.moreira99@gmail.com Raissa Raissa Hirle Krettle raissahk@hotmail.com Caroline Travesani Marchezi caroltmarchezi@gmail.com Samya Lievore Zanotelli samyalievore@gmail.com Licínia Maria Ferreira Pignaton liciniapignaton@gmail.com Izaiane Pereira da Silva izaianerafiti@gmail.com Ana Paula Monteiro Coutinho anapaulamonteiroc@hotmail.com Anna Carolina Di Francesco Pereira caroldifrancesco@hotmail.com Iolanda Paula Ribas dos Santos iolandapaula21@gmail.com Letícia Pires Dias leticiapdias@yahoo.com.br Marília Cardoso Cardoso Souza Bernardo mariliacardoso5@hotmail.com Daniela Amorim Melgaço Guimarães do Bem daniela.bem@ufes.br Lorena Rocha Ayres lorena_ayres@ufes.br Carolina Dutra Degli Esposti carolinaesposti@gmail.com <p>O Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET-Saúde)/Interprofissionalidade teve por objetivo promover a interprofissionalidade e a prática colaborativa na formação superior em saúde e nos processos de integração ensino-serviço-comunidade, reconhecendo os usuários como protagonistas e co-produtores dos serviços de saúde. O objetivo deste trabalho é relatar as experiências de uma equipe do PET-Saúde/Interprofissionalidade no trabalho com Grupos de Promoção de Saúde em uma Unidade Básica de Saúde no município de Vitória, Espírito Santo. As atividades foram realizadas durante 12 meses, em grupos já estabelecidos no serviço e, também, em dois novos grupos criados pela equipe do projeto. A vivência da prática interprofissional e colaborativa da equipe PET/Interprofissionalidade junto aos grupos gerou processos disruptivos e construtivos nas vidas de todos os envolvidos. Evidenciou-se um potencial benéfico no que tange aos processos grupais e à promoção de saúde de usuários e comunidades no contexto da Atenção Primária à Saúde. Ademais, tais experiências proporcionaram uma formação mais qualificada para o trabalho em equipe e para o enfrentamento de desafios/mediação de conflitos, além do desenvolvimento pessoal por meio de trocas intersubjetivas, estéticas e políticas na vida e nas relações.</p> Copyright (c) //www.tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/view/3075 Caracterização de episódios de violência doméstica contra a mulher denunciados na pandemia da COVID 19. 2022-09-30T19:13:55+00:00 rayene mateus vieira cunha rayene.vieira@unesp.br Margareth Aparecida Santini Almeida margareth.almeida@unesp.br Dinair Ferreira Machado dinair.machado@unesp.br <p>A violência contra a mulher por parceiro íntimo não é um fenômeno recente na sociedade. No contexto da pandemia do coronavírus SARS-CoV2 medidas como o isolamento social podem ter impacto diretamente as mulheres, aumentando a vulnerabilidade a situações de violência pelo parceiro íntimo. Maior tempo com o agressor no ambiente doméstico, dificuldade de acesso às redes de proteção tornou a formalização de uma denúncia neste contexto ainda mais dificultada. Objetiva compreender o fenômeno da violência doméstica durante a pandemia da Covid 19 em um município do interior paulista. Trata-se de um estudo quali/quanti, através de análise documental, a partir de boletins de ocorrência de violência contra a mulher por parceiro íntimo em uma Delegacia de Defesa da Mulher do interior paulista, no período de 01 de março a 31 de outubro de 2020. No período foram formalizados 254 boletins de, lavrados por mulheres com idade igual e/ou acima de 18 anos. As mulheres eram predominantemente da faixa etária de 20 a 44 anos, estado civil solteira, sendo a violência psicológica o principal o agravo e para 77,0% foi solicitado medidas protetivas. Conhecer os casos de violência por parceiro íntimo possibilitará aos serviços de proteção às mulheres uma maior visibilidade para a reorganização de suas práticas, construção de estratégias e articulação da rede de serviços.<strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </strong></p> Copyright (c) //www.tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/view/3074 Caracterização de episódios de violência doméstica contra a mulher denunciados na pandemia da COVID 19. 2022-09-30T18:46:44+00:00 rayene mateus vieira cunha rayene.vieira@unesp.br Margareth Aparecida Santini Almeida margareth.almeida@unesp.br Dinair Dinair Ferreira Machado dinair.machado@unesp.br <p>A violência contra a mulher por parceiro íntimo não é um fenômeno recente na sociedade. No contexto da pandemia do coronavírus SARS-CoV2 medidas como o isolamento social podem ter impacto diretamente as mulheres, aumentando a vulnerabilidade a situações de violência pelo parceiro íntimo. Maior tempo com o agressor no ambiente doméstico, dificuldade de acesso às redes de proteção tornou a formalização de uma denúncia neste contexto ainda mais dificultada. Objetiva compreender o fenômeno da violência doméstica durante a pandemia da Covid 19 em um município do interior paulista. Trata-se de um estudo quali/quanti, através de análise documental, a partir de boletins de ocorrência de violência contra a mulher por parceiro íntimo em uma Delegacia de Defesa da Mulher do interior paulista, no período de 01 de março a 31 de outubro de 2020. No período foram formalizados 254 boletins de, lavrados por mulheres com idade igual e/ou acima de 18 anos. As mulheres eram predominantemente da faixa etária de 20 a 44 anos, estado civil solteira, sendo a violência psicológica o principal o agravo e para 77,0% foi solicitado medidas protetivas. Conhecer os casos de violência por parceiro íntimo possibilitará aos serviços de proteção às mulheres uma maior visibilidade para a reorganização de suas práticas, construção de estratégias e articulação da rede de serviços.<strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </strong></p> Copyright (c) //www.tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/view/3072 Perfil sociodemográfico e educacional dos gestores e trabalhadores da rede de atenção psicossocial no município de Mossoró – RN 2022-09-20T00:01:50+00:00 KÍSIA MELO kisia.melo@alunos.ufersa.edu.br João Mário Pessoa Júnior Joao.pessoa@ufersa.edu.br <p>Objetivo: Caracterizar o perfil sociodemográfico e educacional dos gestores e trabalhadores de saúde, que atuam nos serviços vinculados a Rede de Atenção psicossocial, do município de Mossoró, Rio grande do Norte. Metodologia: Trata-se de um estudo descritivo de abordagem qualitativa. Os locais de pesquisa foram Unidades Básicas de Saúde da Família, Centros de Atenção Psicossocial, Unidade de Pronto Atendimento, Consultório de Rua, Hospital Psiquiátrico e Hospital Geral, realizada no município de Mossoró. Os dados foram coletados através de entrevista semiestruturada e submetidos à análise de conteúdo. Resultados: Os resultados indicam um maior número de mulheres, entre enfermeiras e psicólogas, ocupando cargos na gestão em saúde. Predomínio da faixa etária de 30 a 39 anos para gestores e profissionais. Os gestores estão a um curto período de atuação, Já os profissionais atuam há mais tempo nos serviços. Os gestores e profissionais, que são psicólogos, possuem cursos de pós-graduação e atualizações na área de saúde mental, os demais participantes, encontrou-se um baixo percentual entre os que já participaram de algum tipo de aperfeiçoamento para saúde mental. Considerações finais: Diante do cenário da atenção à saúde mental, considera-se necessário que profissionais e gestores estejam preparados para conduzir os serviços e os processos de trabalho com vistas a potencializar ações de desinstitucionalização e as contribuições da reforma psiquiátrica.</p> <p><strong>Palavras-Chave:</strong> Saúde mental; Serviços de saúde mental; Avaliação em saúde; Interdisciplinaridade.</p> Copyright (c)