Distribuição espacial da perda precoce do primeiro molar permanente na faixa etária de 10 a 15 anos
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Palavras-chave

Dente Molar
Extração Dentária
Cárie Dentária
Crianças

Como Citar

Damo, D., Da Cruz Magalhães Buffon , M., Rodrigues da Silva Noll Gonçalves , J., Dantas Rattmann, Y., & Pizzatto, E. (2026). Distribuição espacial da perda precoce do primeiro molar permanente na faixa etária de 10 a 15 anos . Tempus – Actas De Saúde Coletiva, 20(2), 203–213. https://doi.org/10.18569/tempus.v20i2.3619

Resumo

O estudo teve por objetivo analisar a distribuição espacial da perda precoce do primeiro molar permanente em crianças e adolescentes de 10 a 15 anos, atendidos nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), entre março de 2024 e março de 2025 no município de Piraquara-PR. Efetuou-se uma pesquisa retrospectiva, de corte transversal, com abordagem quantitativa, utilizando dados secundários provenientes de prontuários referentes às extrações desse elemento dental motivadas por lesão cariosa. Para análise empregou-se o Teste Qui-Quadrado de Independência de Pearson (X2) para identificar as áreas de maior incidência e verificar possível associação entre as variáveis categóricas, adotou-se nível de significância α = 0,05, o tratamento dos dados foi realizado por meio do software SPSS (versão 25). Os resultados apontaram 41 exodontias precoces dos primeiros molares, revelando predominância no sexo feminino, com 22 casos (53,66%), em comparação com 19 casos (46,34%) no sexo masculino. O elemento 46 foi o mais extraído, com 19 casos (46,3%), em contrapartida, o elemento 16 obteve o menor número de perdas, com apenas 5 casos (12,2%). Ademais, verificou-se maior perda dental no arco inferior (dentes 36 e 46), somando 28 extrações (68,3% do total). A região Central do município foi responsável pelo maior volume absoluto de extrações (N=23), seguida por Guarituba (N=11) e Contorno Leste (N=7). Por fim, evidencia-se a necessidade de maiores investimentos em estratégias preventivas e educativas, com enfoque no diagnóstico precoce de lesões cariosas, possibilitando tratamentos menos invasivos e melhor saúde bucal a longo prazo.

https://doi.org/10.18569/tempus.v20i2.3619
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